Segurança da informação: tudo que você precisa saber sobre o assunto

As inovações tecnológicas sempre geram novas oportunidades e benefícios para empresas, mas também proporcionam desafios. Por exemplo, na era da informação, companhias são capazes de tomar decisões em tempo real, com uma visão de dados que permite consistência e previsibilidade. Contudo, com isso, vem a necessidade de se preocupar com a segurança da informação, de modo a evitar ataques e crimes virtuais.

Esse conceito inclui uma série de medidas e estratégias que devem ser o padrão nas organizações hoje. Afinal, estamos em um período em que leis estão sendo aprovadas sobre o assunto, e o debate está cada vez mais acirrado. É preciso reforçar proteção e gerar conscientização sobre segurança para otimizar processos e reduzir custos.

Se quiser aprender mais com um guia que vai esclarecer todas as suas dúvidas, acompanhe os tópicos a seguir.

O que envolve a segurança da informação?

A segurança da informação (SI) é um conceito que abarca as medidas, políticas, estratégias e práticas que visam reforçar a proteção em um contexto empresarial. Trata-se de uma área extremamente relevante atualmente, já que os números de ataques virtuais crescem vertiginosamente, e os criminosos têm se tornado mais engenhosos também.

No Brasil, a demanda por inovação nessa área é ainda maior, devido ao cenário do país. Segundo estudo recente da Norton Ciber Security, somos o segundo país do mundo que mais sofre ataques cibernéticos.

Atualmente, os crimes virtuais se dividem em vários tipos diferentes. Exemplos disso são o phishing, técnica que clona páginas da web e o ransomware, que sequestra dados e solicita pagamentos em Bitcoin para resgate. Nesse sentido, as empresas precisam de melhores abordagens para proteger seus dados, tanto de seus funcionários quanto de clientes.

Nesse sentido, vale ressaltar que a segurança da informação não é somente um conceito técnico, como a segurança de TI. Não foca somente em sistemas eletrônicos. Também não consiste apenas em adoção de alguns softwares específicos.

Contudo, ela realmente se trata de uma cultura centrada na defesa e na proteção, com foco em conscientizar todos os membros de uma entidade e gerar as melhores soluções para crises envolvendo dados.

Um bom gerenciamento de SI é preventivo, pois concentra os esforços em preparar as empresas para possíveis riscos e administrar essas situações com antecedência. No entanto, pode existir a necessidade de combater esses perigos de maneira corretiva, e os pilares definidos também valem nesse cenário. SI envolve integração entre processos, pessoas e sistemas, bem como planejamento e comunicação.

Em suma, o conceito abrange proteção de redes, de arquivos e de softwares, assim como boas práticas e mudanças de visão. As inovações do mundo atual devem ser utilizadas como ferramentas também, como a análise de dados para prever situações, o uso de inteligência artificial e até mesmo a aplicação de engenharia reversa para estudar os componentes dos vírus e sistemas maliciosos. 

LGPD e GDPR

Esse assunto está em voga atualmente por conta dessas duas siglas, especialmente. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é a versão brasileira da GDPR (General Data Protection Regulation) e provê que as empresas devem respeitar os direitos dos clientes titulares quando tratarem seus dados. Deve haver consentimento deles para cada ação, bem como expressão da finalidade para uso das informações pessoais. 

Qual a importância da segurança da informação?

Neste tópico, vamos examinar os principais pontos que contam a favor da segurança da informação.

Redução de custos

Gerenciar corretamente a segurança é crucial para prevenir descontrole de custos. Afinal, quando há um problema envolvendo ataques virtuais, as empresas sempre têm que arcar com multas, indenizações, bem como esforço para recuperar as atividades e a saúde de seus sistemas. Contudo, como o planejamento de proteção é preventivo, isso tudo pode ser eliminado.

Otimização de processos

Outra questão é a otimização dos processos internos. Uma vez que há maior transparência, comunicação e uma melhor prevenção dos riscos, é possível aumentar os índices de produtividade interna, com melhoria da precisão nas tarefas cotidianas. Já que há menos paradas e menos inatividade, as equipes conseguem entregar valor constante e oferecer melhores serviços para clientes. 

Estabilidade

Não ter que enfrentar paradas operacionais por conta de ataques de vírus e mal-intencionados é muito interessante para gestores. Dessa maneira, eles conseguem se manter estáveis e consistentes, com operações saudáveis. Os sistemas funcionam normalmente, e os dados podem ser usados para as funções normais também. 

Desse modo, a companhia garante continuidade de suas funções no dia a dia e do negócio como um todo. Isso é relevante se considerarmos quantas empresas deixaram de operar por conta de problemas com ataques e crimes virtuais, por exemplo. Em suma, uma boa administração dessa área é imprescindível para a sobrevivência no mercado. 

Quais são os princípios da segurança da informação?

Quando falamos no conceito de segurança da informação, não estamos falando de uma única ideia, mas uma terminologia que se divide em várias outras. Por isso, vale a pena explorar os subconceitos, que são principalmente três: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

A confidencialidade diz respeito ao conjunto de ações para garantir o controle de acesso aos dados. Ou seja, consiste em administrar quem pode visualizar/modificar determinadas informações em uma empresa. A depender do nível de sensibilidade, por exemplo, pode ser importante guardar relatórios apenas para os diretores em alguns casos. Já em outros casos, alguns determinados funcionários podem ter acesso.

O mais importante é evitar que pessoas de fora e irresponsáveis sejam capazes de chegar até essas informações. Isso pode representar violação da privacidade de clientes e exposição indevida de segredos de negócio, por exemplo. Nessas situações, a empresa terá que arcar com uma quantidade maior de custos ou simplesmente perderá em valor estratégico e competitividade.

A integridade diz respeito à qualidade dos dados. Ou seja, se eles precisarem ser usados em alguma determinada operação, devem estar em boa qualidade e compreensíveis, sem nenhum tipo de corrupção — ou seja, exatamente como foram coletados.

Geralmente, envolve mecanismos para proteger os arquivos e torná-los invisíveis para criminosos, de certa forma. 

A disponibilidade é um princípio que denota que as empresas devem ser capazes de recuperar os dados sempre que necessário. Eles devem estar acessíveis rapidamente, caso haja uma requisição do cliente titular, por exemplo. 

Existem ainda dois princípios que são frequentemente colocados lado a lado com os demais: a autenticidade, que consiste em mecanismos para tornar uma informação verdadeira e legítima; e conformidade, que representa alinhamento com as normas e regulações mais importantes, como a LGPD. 

Como aprimorar a segurança da informação da empresa?

Vamos apresentar algumas estratégias que podem ser usadas para aprimorar a segurança da informação

Plano de recuperação

Uma das abordagens mais eficientes é a criação de um plano de recuperação de desastres. Esse plano é interessante, pois ajuda a preparar as empresas para crises, com definição de ações de membros para lidar com os problemas. Assim, em momentos de ataques virtuais, por exemplo, a equipe interna será capaz de gerenciar a situação, a fim de minimizar prejuízos e retomar as atividades rapidamente.

Softwares

A outra dica é o uso de sistemas auxiliares, como antivírus e firewall. Essas aplicações vão auxiliar na automação de processos e na configuração de regras específicas para combater as ameaças virtuais. Os softwares antivírus ajudam na realização de verificações dos aplicativos e arquivos, em busca de vírus, bem como na eliminação de riscos em tempo real. 

Ao passo que o firewall funciona como uma parede para impedir entrada de aplicações maliciosas. É como um filtro que permite apenas a passagem de determinados usuários autorizados, que não apresentam nenhum risco.

Monitoramento

O monitoramento constante é outra importante recomendação para aprimorar a segurança. É preciso manter um acompanhamento frequente de todas as atividades da rede da empresa e de todas as movimentações, em busca de algum comportamento suspeito. O ideal é contar com ferramentas que enviam alertas sempre que for necessário para que a gestão consiga tomar decisões rápidas e precisas.

Backup e criptografia

Não podemos falar de segurança de dados sem mencionar backups. Eles são uma das principais estratégias para garantir a integridade dos dados, já que consistem em cópias que são armazenadas em locais separados.

Assim, caso uma determinada informação seja corrompida ou um arquivo seja comprometido, existe sempre uma versão segura deles para assegurar a continuidade das operações.

Vale mencionar a importância da criptografia. Essa técnica visa proteger arquivos e dados com códigos especiais que só são visíveis para quem envia e para quem recebe esses dados. Nesse sentido, é possível mascarar as informações e evitar que elas fiquem visíveis para pessoas não-autorizadas.

Redundância

A redundância dos sistemas computacionais também deve ser reforçada, se o objetivo é aperfeiçoar a segurança. Esse conceito diz respeito à preparação de equipamentos especiais que podem ser usados para substituir outros em caso de problemas e falhas. Ou seja, se ocorre algum problema que torna uma máquina inativa, por exemplo, a empresa consegue rapidamente substituí-la e garantir a continuidade dos processos.

Isso vale tanto para os ativos de hardware, como também para instâncias de software. Na computação em nuvem, por exemplo, a redundância atua na substituição de servidores sempre que há algum transtorno para assegurar que tudo continue normal e saudável.

Atualização dos sistemas

É preciso também atualizar frequentemente os sistemas internos, de modo a evitar vulnerabilidades. Essa abordagem visa a adaptação da empresa a novos mecanismos de segurança oferecidos por fornecedores nesses patches de atualização. Isso inclui adquirir ativos mais novos e robustos, bem como softwares mais recentes que ainda recebem suporte e apoio de seus provedores. 

Políticas de segurança

Para catalogar todos esses pontos mencionados, é fundamental criar um documento específico que detalha a política de segurança da informação. Esse plano inclui as estratégias de recuperação de desastres, as responsabilidades de cada membro, os sistemas que serão utilizados para auxiliar na proteção, mecanismos de controle de acesso e todas as diretrizes gerais para colaboradores e parceiros.

Quais são as 5 melhores práticas de segurança da informação?

Agora, vamos examinar algumas práticas que devem virar prioridade nas empresas no combate a riscos.

1. Ser proativo

Proatividade deve ser a principal bandeira das companhias na administração da segurança. Afinal, como já falamos, é necessário agir com foco em prevenção e conhecimento dos riscos, de modo a se preparar da melhor forma para evitar esses transtornos. Assim, caso haja algum problema, as organizações estarão devidamente preparadas e poderão contorná-los em tempo.

2. Educar os funcionários

Da mesma forma, é fundamental educar e treinar os colaboradores e alinhar todos ao mesmo objetivo. Assim, será possível garantir comunicação entre todos os setores da empresa e foco no cumprimento dos objetivos e do plano de segurança. Ao investir em treinamento, será viável garantir que todos os membros cooperem com as operações em casos de desastres também.

A educação dos funcionários é de extrema importância, pois muitos casos de insegurança começam justamente por práticas descuidadas dos membros. Problemas com o uso de senhas, acesso a links suspeitos e e-mails maliciosos, por exemplo, parecem questões menores, mas contam muito no combate às ameaças. 

3. Coletar consentimento

Nos ideais da Lei Geral de Proteção de Dados, norma que deverá ser seguida por todas as empresas, o consentimento dos usuários será um importante fator para permitir o tratamento de dados, como já abordamos.

Por isso, uma boa prática é preparar canais de comunicação para obter maior transparência com os usuários e informá-los sobre o uso de suas informações, solicitando a permissão deles. Assim, será possível se adaptar à LGPD e garantir uma relação mais clara.

O interessante dessa solicitação é que funciona como um contrato entre empresa e titular dos dados. Por parte da empresa, há uma obrigação de usar as informações somente para as finalidades específicas que foram acordadas, ao passo que o cliente tem a obrigação de conferir bem os aspectos do contrato e fornecer uma autorização consciente. 

Com o uso de dados limitado a algumas atividades e a maior transparência, o risco de problemas com a segurança desses dados é menor. A organização terá um controle maior sobre essas informações e poderá, então, oferecer mais valor aos clientes

4. Identificar riscos 

A avaliação de riscos é um passo imprescindível por quem deseja reforçar a proteção. Esse processo inclui levantamento de possíveis ameaças, assim como análise delas a fim de estipular quais são mais prováveis e qual o grau de severidade de cada uma. Desse modo, a empresa terá dados suficientes para trabalhar em estratégias de contingência e se preparar para possíveis transtornos proativamente. 

Essa avaliação é como identificar os inimigos e preparar o armamento para eles. Nesse prisma, as equipes precisarão misturar diferentes perspectivas para buscar riscos de diversas naturezas, sejam eles riscos tecnológicos, sejam riscos relacionados ao ambiente físico mesmo.

5. Classificar os dados

Outra estratégia interessante é a classificação dos dados de acordo com o nível de sigilo deles. Eles podem ser: dados públicos, dados internos, confidenciais e secretos. Sendo que os públicos não requerem grandes esforços de proteção, ao passo que os secretos não devem estar desprotegidos em nenhuma hipótese.

Quais são os erros comuns de segurança da informação?

Nesta seção, vamos falar um pouco sobre os erros comuns da segurança de informação nas empresas.

Uma das falhas mais recorrentes é uma cultura que não foca em segurança. Como já pontuamos ao longo deste artigo, a proteção de dados deve ser um aspecto intrínseco e cultural, envolvendo todos os membros e todos os processos. Muitas companhias acabam não priorizando essa questão, às vezes porque não percebem o nível de risco que correm. 

Se essa preocupação não é parte da cultura e dos valores da organização, a tendência é que haja sempre uma avalanche de problemas para serem resolvidos de maneira corretiva, e não preventiva.

Ou seja, os transtornos surgem e a companhia não saberá a causa deles, nem conseguirá explicá-los, muito menos trabalhar para que não ocorram novamente. O máximo que poderão fazer é traçar algumas estratégias para resolução no momento.

A segurança da informação é uma área extremamente dinâmica e mutável. Por essa razão, outro erro muito impactante é não acompanhar essas mudanças. Isso significa que a empresa não fica a par das novidades do mercado, seja em termos de proteção para quem pode ser vítima, seja em abordagens de ataque dos mal-intencionados. É fundamental saber tudo e se atualizar.

Outra falha de empresas é não atentar para a um dos pilares mencionados anteriormente: o da conformidade. Ou seja, é um problema não se preocupar em adaptação com as normas e regulações vigentes, pois é como manter por perto uma bomba prestes a explodir. As consequências da não-conformidade são muitas e os problemas decorrentes da falta de transparência nessa área também, logo não é ideal negligenciar.

Outra questão é a falta de mudanças nas estratégias de segurança. Sabemos que essa área requer constantes avaliações e mudanças para tornar as políticas ainda melhores e mais eficientes. Assim, não fazer isso é contribuir para que, eventualmente, os processos se tornem falhos e vulneráveis novamente.

Quais as consequências de não investir em segurança da informação?

Seguindo o raciocínio do tópico anterior, vamos aprofundar as consequências de não investir devidamente nessa área. 

A principal, talvez, seja a que pode gerar maior impacto: multas. Elas prejudicam fortemente o balanço financeiro das empresas e interferem na continuidade do negócio, já que surgem inesperadas e podem facilmente fugir do controle. Com a Lei Geral de Proteção de Dados, por exemplo, quem não focar em SI poderá ser multado em 50 milhões de reais, a depender do caso.

Ademais, existe uma série de custos extra associados com a falta de cuidado. Em casos de transtornos, os gestores precisarão avaliar investimentos inesperados para retomar a saúde das operações, por exemplo. Em outras situações, será preciso indenizar os titulares dos dados.

Além da questão financeira, há um prejuízo competitivo também. Companhias que não concentram esforços em segurança perdem valor no mercado, pois a imagem fica comprometida. A reputação se torna questionável e a empresa perde espaço em meio a concorrência.

Outra consequência que vale ser citada é o aumento de gargalos operacionais e inatividade nos processos internos. Essas situações aumentam consideravelmente quando não há uma gestão correta de SI, pois ataques virtuais se tornam problemas frequentes. No esforço focado apenas em ações corretivas, a companhia perde a visão de outras questões mais estratégicas do negócio.

Também vale ressaltar o problema de perda de registros importantes. Se a empresa está mais vulnerável, naturalmente coloca em risco os arquivos fundamentais e sigilosos, assim como a disponibilidade deles. Segundo pesquisa da PWC, cerca de 44% dos membros relatam que esse é o principal resultado de uma crise envolvendo dados.

Quais são as tendências em segurança da informação?

Nosso último tópico vai ser voltado a estudar as principais tendências da área de proteção. O que o futuro vai trazer para nos ajudar a gerenciar melhor essa responsabilidade?

Inteligência artificial

Primeiramente, temos a inteligência artificial e o machine learning, com seus avanços exponenciais. A área tem crescido bastante e tem proporcionado agilidade nas decisões das empresas, com a coleta e exploração de grandes quantidades de dados para gerar insights. Nesse sentido, é possível também trabalhar com predições. Por esse motivo, a IA será usada para prever problemas e riscos de segurança.

Dessa forma, a organização conseguirá levantar estratégias proativas para superar os principais desafios. A partir de um comportamento suspeito na rede, por exemplo, é possível identificar grandes transtornos e combatê-los de início.

Cloud Computing

A computação em nuvem, ou cloud computing, também traz um grande conjunto de inovações para a segurança. O paradigma já representa uma mudança significativa, pois leva os servidores para longe das empresas e os distribui, permitindo monitoramento constante, redundância, backups e criptografia. Tudo isso com menos custos.

Ademais, existem novas possibilidades para tornar a tecnologia ainda mais personalizada e segura. São elas a nuvem privada, que consiste em um espaço específico para cada cliente; e a nuvem híbrida que representa uma mistura entre uma solução pública e uma privada. Assim, a organização poderá distribuir seus dados na nuvem de acordo com a classificação de sigilo que mencionamos anteriormente.

Privacidade como um padrão

Privacidade se tornará uma questão importante. Contudo, a abordagem vai mudar, pois a tendência é o privacy by design, que significa privacidade desde a concepção. Produtos e serviços já serão pensados com o foco em privacidade desde o começo, de modo a aprimorar os resultados e obter relações mais transparentes com os clientes. Isso requer novo esforço de governança de TI e de gestão. 

Encarregado de Proteção de Dados

Outra questão é a proeminência de um novo profissional voltado para proteção de dados, o Encarregado de Proteção de Dados, ou DPO. Na LGPD, ele será o responsável por acompanhar o processo de compliance e ser a conexão entre a empresa e os órgãos responsáveis.

Blockchain

Ademais, vale mencionar o surgimento do Blockchain como uma tecnologia que vai revolucionar os processos, gerando maior segurança. Esse padrão é comum em operações que envolvem Bitcoin e tem uma lógica interna que impede invasões e corrupção dos dados, tornando esse processo inviável para hackers. Por isso, a tendência é que esse conceito seja aplicado em massa em outras tarefas. 

A segurança da informação é uma grande e complexa área. Representa um conjunto de políticas e esforços que devem se tornar prioridade em empresas de todos os tipos. Afinal, é um sinal dos tempos que aponta para a revolução do nosso mundo, em que dados se tornam cada vez mais valiosos. Nesse sentido, é fundamental aplicar inovação para garantir bons resultados nessa área.

Gostou do conteúdo? Aproveite para compartilhar nas redes sociais com seus amigos!

Quer receber mais conteúdos como esse gratuitamente?

Cadastre-se para receber os nossos conteúdos por e-mail.

Email registrado com sucesso
Opa! E-mail inválido, verifique se o e-mail está correto.
Ops! Captcha inválido, por favor verifique se o captcha está correto.

Fale o que você pensa

O seu endereço de e-mail não será publicado.