Você já ouviu falar na inovação disruptiva? Saiba mais!

Em 1995, Clayton Christensen, professor na universidade de Harvard, cunhou o termo inovação disruptiva. Ele se inspirou na ideia de “destruição criativa” que havia sido criada pelo economista austríaco Joseph Schumpeter, que o utilizou para explicar os ciclos de negócios. Clayton previu o que aconteceria duas décadas depois: o avanço constante da inovação disruptiva relacionada à tecnologia.

Christensen chegou à conclusão de que o funcionamento do capitalismo acontece em ciclos e que cada inovação industrial ou tecnológica elimina a anterior e passa a dominar o mercado. Se analisarmos as empresas que atualmente dominam áreas que já foram monopolizadas por outras, como a Netflix em relação à Blockbuster, chegamos à conclusão de que a teoria de Clayton está sendo comprovada massivamente.

Quer entender melhor o que é inovação disruptiva, saber sua importância e conhecer cases de sucesso? Continue lendo!

Afinal, o que é inovação disruptiva?

Ao contrário do que muita gente pode imaginar, a inovação disruptiva não é sinônimo de modernidade ou inovação pura e simples. Como o próprio nome sugere, é algo que rompe com a normalidade, ou seja, que muda um paradigma preestabelecido.

A inovação disruptiva acontece quando um produto ou serviço cria um mercado novo e desestabiliza a concorrência, a ponto de tomar o seu lugar como top of mind. Não é necessário reinventar a roda, basta encontrar uma forma mais simples ou mais barata de oferecer um produto ou serviço, ou atingir um público que não tinha acesso a uma área que era restrita.

Nesse cenário, as empresas começam com uma carteira de clientes modesta, até que chega um ponto em que ganha todo um segmento.

Quais são os cases de sucesso em inovação disruptiva?

Para facilitar o seu entendimento sobre a inovação disruptiva, vamos a casos práticos de empresas que conseguiram abocanhar mercados que eram considerados consolidados. Confira a seguir alguns casos de sucesso:

  • Wikipédia — eliminou a necessidade de enciclopédias em formato impresso, como a Barsa;
  • Uber e 99Taxis — popularizou as viagens de carro e ganhou uma enorme fatia de mercado que era monopólio dos taxistas;
  • Netflix — começou como uma empresa de entrega de DVDs em domicílio e viu potencial na distribuição via streaming, acabando com o monopólio da Blockbuster, que faliu;
  • Google — com uma pesquisa simples no buscador conseguimos qualquer resposta que precisamos, eliminando a necessidade de guias impressos e listas telefônicas;
  • Nubank — a empresa viu uma oportunidade e ofereceu um cartão de crédito 100% controlado por aplicativo e sem anuidades;
  • Spotify — fez renascer a distribuição musical, que ficou quase uma década impotente com a pirataria.

Veja um case de sucesso de um dos parceiros da Kazap

A inovação disruptiva não é exclusividade de empresas internacionais de alcance global, as startups brasileiras vêm buscando novas formas de entregar produtos e serviços que se alinhem à nova realidade.

Por exemplo, a Kakau, uma startup de seguros, rompeu com dois paradigmas tradicionais em sua plataforma. Primeiro, oferecendo, além do seguro residencial, proteção para itens de considerável valor agregado, que são, infelizmente, muito visados por criminosos nas grandes cidades, como smartphones e bicicletas. Segundo, saindo do modelo tradicional de vendas de seguros com contrato de fidelidade de longo prazo, oferecendo assinaturas mensais, que podem ser cancelados quando o usuário desejar.

Indo mais além, a empresa oferece um plano com assistência 24 horas para bicicletas, agregando mais valor ao serviço e atendendo outra necessidade básica dos usuários. Assim, por pensar fora do modelo tradicional, pesquisar o público-alvo e fazer integração de tecnologias, a Kakau se coloca como uma empresa que está sempre pronta para responder às necessidades do mercado com agilidade e inovação.

A Kazap auxiliou a Kakau nesse processo, ajudando a repensar a integração com os gateways de pagamento, como foco no modelo de assinatura mensal. Desenvolvemos toda a plataforma de venda e controles internos que serviram de base para essa inovação.

Como dar os primeiros passos para a inovação disruptiva?

Não existe formula mágica para uma empresa desenvolver um produto ou serviço que atinjam a inovação disruptiva, mas a mudança de cultura organizacional pode acelerar esse processo. É necessário que a equipe tenha um olhar apurado e passe a enxergar o mercado e os clientes, sempre em busca de oportunidades e não apenas em busca de vendas.

Um produto ou serviço que apresenta a inovação disruptiva tem as seguintes características:

  • precisa ser essencial, oferecendo ao cliente algo novo que a concorrência ainda não enxergou, de forma que a empresa deixa de ser mais uma no setor e se torna essencial;
  • deve ter identidade própria, ou seja, não adianta copiar uma empresa de sucesso, sendo necessário criar a própria história;
  • fazer um bom planejamento, o que envolve mapear o mercado, saber como entregar o produto ou serviço e estimar o retorno.

Esperamos que, com a leitura deste post, você tenha entendido o que é inovação disruptiva e como esse conceito pode mudar uma empresa de patamar. A transformação digital veio para ficar e algumas empresas já começaram a se consolidar nesse novo momento, em várias áreas diferentes. Quanto mais cedo começar essa busca, melhores são as chances de encontrar o seu diferencial e dominar o mercado, quem sabe até a próxima revolução.

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