O que é a cultura Data Driven e como aderir a essa tendência?

O que a Netflix e a Marvel têm em comum, além de produzirem conteúdo audiovisual? As duas gigantes do entretenimento utilizam os dados para criar produtos cada vez mais alinhados às expectativa de seus consumidores. Ou seja, a cultura Data Driven está no DNA das duas.

Você provavelmente já ouviu falar sobre a série Stranger Things, da Netflix. Fique sabendo que ela é escrita 100% baseada em dados, pois todas as referências aos anos 80 são inseridas com base nas interações dos fãs. O mesmo podemos dizer do universo Marvel, em especial, da série de filmes dos Vingadores. A reunião dos super-heróis também foi desenvolvida baseada na análise do que os fãs queriam.

As duas empresas acima são gigantes, mas a cultura Data Driven pode ser implantada em empresas de todos os portes e segmentos. Quer entender como? Continue lendo!

O que é a cultura Data Driven?

A cultura Data Driven nada mais é que a empresa basear as suas operações em uma gestão orientada por dados. É o caso da a Netflix e da Marvel, duas empresas que fazem um mapeamento sólido dos dados das interações e reações dos seus consumidores. Assim, podem entregar o que eles querem, no processo conhecido no universo da cultura pop como fan service.

Fora do mundo do entretenimento, com a transformação digital e o aumento exponencial de dados produzidos pelas empresas, várias delas estão adotando essa cultura, seja para entender o seu público e as movimentações de mercado, seja para melhorar os processos internos.

Muitos gestores confundem o conceito e se preocupam apenas em acumular dados em vez de extrair valor dos que têm em mãos. Dados acumulados, sem uma ferramenta e profissionais qualificados para analisá-los, são apenas informações empilhadas. Por isso, é importante usar softwares capazes de analisar tais informações, entregando insights que gerem valor para o negócio.

Por que adotá-la em minha empresa?

A adoção da cultura Data Driven oferece um diferencial competitivo enorme para as empresas, visto que, em muitas corporações, as decisões ainda são tomadas com base em empirismo ou experiência acumulada pelos gestores.

A análise de dados, por outro lado, é pragmática, pois entrega insights baseados em interações relevantes, como a opinião que os clientes têm de um produto ou serviço. Também pode ser utilizada a análise de dados oriundos de um sistema de gestão empresarial, com relação ao que precisa ser melhorado em processos internos da empresa.

Isso permite que a empresa crie produtos cada vez mais alinhados às expectativas, promovendo a fidelização, e também cria uma política interna de melhoria contínua.

Além disso, fazer a gestão orientada a dados está cada vez mais simples e menos dispendiosa. Além de a empresa poder contratar um desenvolvedor para criar um software personalizado, no mercado há várias ferramentas preparadas para isso, inclusive, muitos sistemas de gestão empresarial trazem funções que permitem a análise de métricas em tempo real, bem como a emissão de relatórios.

Como dar os primeiros passos para a implementação dessa cultura?

A cultura Data Driven não tem esse nome à toa, afinal, ela não pode ser considerada apenas um processo burocrático. A empresa como um todo deve se direcionar para ter essa visão mais ampla, sempre buscando o máximo de embasamento para cada tomada de decisão estratégica. Para que essa cultura seja alcançada, é preciso começar dando os seguintes passos:

  • democratizar os dados — visto que todos os colaboradores devem tomar as suas decisões com base em dados, eles devem ter acesso facilitado às ferramentas de análise e autonomia para utilizá-las;
  • aprimorar a comunicação interna — garanta que os colaboradores estejam alinhados a essa nova cultura corporativa, com treinamentos que deixem claro quais são os dados relevantes para o negócio;
  • aumentar a capacidade analítica — para implantar a cultura Data Driven, a empresa deve investir em ferramentas de automação, com algoritmos robustos, dotados de inteligência artificial, para que a análise seja fidedigna.

Como vimos neste post, a cultura Data Driven veio para aproveitar o potencial que o Big Data oferece para a gestão. Não existe um momento mais propício para isso do que agora, visto que as empresas estão imersas na transformação digital, produzindo dados ininterruptamente, e as pessoas estão dispostas a dar suas opiniões sobre aos seus produtos e serviços favoritos de forma espontânea nas redes sociais.

Gostou do post? Tem alguma dúvida sobre a cultura Data Driven ou os softwares que permitem uma boa análise de dados? Conte para nós nos comentários abaixo!

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