Confira o guia completo de UX Design para sistemas e aplicativos

Mais do que uma expressão popular no momento, o UX Design representa uma necessidade para as empresas que lidam com sistemas. O conceito envolve a arte de desenvolver algo específico para um usuário, considerando sua jornada de uso e o contexto. Desse modo, leva a equipe a produzir um resultado que engaja o cliente e que se torna memorável para ele.

A ideia de experiência ao usar uma aplicação é muito ressonante no mundo digital. Por essa razão, o UX Design é uma área tão discutida, com princípios que devem ser dominados por quem deseja inovar e otimizar a solução de problemas. Assim, a empresa de TI consegue vender mais valor para seus consumidores.

Se quiser aprender tudo o que precisa sobre o assunto para começar já, confira os tópicos a seguir!

O conceito de UX Design

Melhorar a experiência do cliente é um objetivo comum para diversas organizações atualmente, independentemente do tamanho. Com os novos padrões de consumo e com o ingresso da tecnologia nesse universo, é preciso pensar em otimizar cada interação com o consumidor e garantir que eles voltem a cada ponto de contato.

Isso inclui, evidentemente, os sistemas e aplicativos, que apresentam vários momentos-chave de interação. Por isso, quem deseja criar um aplicativo para empresas ou oferecer serviços otimizados para os clientes, deve considerar a ideia da UX.

O UX Design é uma forma de otimizar a experiência do usuário a partir da usabilidade de um app. Consiste em combinar design de interação, interface do usuário, usabilidade, estética, psicologia, branding e funcionalidades para desenvolver um produto que resolva um dado problema.

Contudo, a preocupação com a UX não é somente em lidar com um problema, mas a forma como se lida com ele. Ou seja, o conceito se importa com a sensação do usuário ao utilizar um programa, suas frustrações e momentos de maior satisfação.

Em cada ponto de interação, é preciso gerar valor. A UX se pergunta como maximizar a felicidade do cliente ao interagir com uma aplicação, a partir de pequenos fatores e princípios que são levados em consideração.

Processo de criação

No processo de criação da UX em um produto de software, a empresa deve analisar diversos aspectos que compõem a interface e que têm um impacto na experiência, como:

  • o fluxo de utilização para resolver um problema;
  • as cores utilizadas;
  • a composição;
  • a arquitetura de informação;
  • os botões e as formas;
  • o texto;
  • as imagens etc.

Essa metodologia analisa diversas questões, como:

  • O quão divertido um sistema é?
  • O quanto é interativo?
  • Quão fácil de usar?
  • Até que ponto é moderno?
  • É acessível?

Claro, existem outras perguntas também. Os questionamentos variam bastante a depender da persona — o usuário ideal, que deve ser considerado como um modelo de uso para a criação da interface.

Análise da experiência do usuário

A análise de experiência do usuário começa então com uma profunda pesquisa acerca de quem é essa persona. Investiga-se seu perfil, suas características, suas preferências e seus hábitos. A partir disso, a área visa transformar a aplicação em um produto personalizado para essa pessoa que usar.

Com isso, a UX gera um posicionamento da marca na mente dos clientes. O uso do sistema passa uma impressão acerca da empresa em si, o que contribui para que o cliente comece a confiar ou não naquela organização. Uma boa experiência gera satisfação, confiança e uma avaliação positiva do cliente para outras pessoas. Já uma má experiência gera insatisfação e críticas negativas.

O conceito de UX Design é um dos subconceitos da ideia maior da experiência do usuário. Podemos falar que consiste em cuidar de todos os pontos da jornada do cliente, do momento que conhece a empresa até depois da compra. Além disso, visa o sucesso do consumidor, que envolve o pós-venda, com acompanhamento para que o produto seja bem utilizado e garanta resultados positivos.

Os princípios da UX

Existem alguns princípios básicos que compõem a ideia de UX. Vamos discutí-los a seguir.

A UX deve ser invisível para o usuário

Há um ditado interessante acerca da UX: quando ela é boa, o usuário não deve nem perceber que ela existe ou parar para prestar atenção nela. Isso chama a atenção para o fato de que uma jornada fluída de utilização direciona o cliente a pensar apenas no app e no problema que busca resolver. Uma vez que tudo é feito com agilidade e precisão, ele nem precisa parar para procurar problemas na construção do sistema.

Uma boa experiência deve levar, inclusive, o usuário a pensar na empresa. Ele deve considerar como ela é eficiente e consistente na prestação de serviços, o que influencia o bom posicionamento.

O usuário deve estar no controle

A concepção de experiência do usuário, atualmente, está sustentada na ideia de que o cliente está no controle. Por isso, a ideia é desenvolver experiências cada vez mais autônomas e acessíveis, para que o consumidor consiga chegar às soluções que precisa por si só. Da mesma forma, o UX Design deve oferecer opções para que o indivíduo escolha para onde quer ir.

A UX deve ser uma conversa

Muito mais do que simplesmente ajustar elementos na tela, o UX Design deve ser uma conversa contínua e engajante. Por exemplo, se o usuário precisa digitar algo em uma caixa de texto, informe muito bem o que é e, inclusive, trabalhe com as objeções dele de antemão.

As interações no app — que envolvem o uso de recursos gráficos em alguns casos — devem ser como uma mensagem enviada para o usuário, o que requer uma reação dele. Assim, constrói-se uma interação mais profunda entre homem e sistema, o que torna a experiência agradável e satisfatória.

É essencial focar o que é importante

É muito comum pensar que design para UX é sobre sobrecarregar interfaces com informação para torná-las mais poderosas e robustas. Contudo, é totalmente o contrário disso. Trata-se de concisão. Diz respeito a apresentar na tela somente os elementos que o usuário precisa para cada ação, sem ruídos, confusão ou ambiguidade.

Isso compreende, evidentemente, a inserção de informações em uma tela, mas também a coleta de dados. Um app que pede apenas o que é necessário e que requer pouco tempo para que o usuário chegue ao objetivo é melhor em termos de experiência. Nesse sentido, protege-se a privacidade e a segurança de dados, o que garante uma satisfação maior dos clientes.

O UI Design e o UX Design

Quando falamos em UX Design, é comum que exista confusão com um conceito similar: o de UI Design. Contudo, por mais que trabalhem juntas, essas metodologias são diferentes. Para aprender sobre o assunto, é preciso se aprofundar nas diferenças.

UI Design

UI Design (design de interface do usuário) é um termo associado à usabilidade. Ou seja, compreende as técnicas e padrões utilizados para tornar um sistema utilizável e fácil de controlar. Estrutura o desenvolvimento da interface, da composição de informações e até mesmo do fluxo de telas. O objetivo é levar o usuário de um ponto a outro dentro do sistema.

É uma concepção bem objetiva. Para trabalhar com UI, é necessário utilizar algumas estratégias predefinidas, com base no que se espera de um aplicativo. Desse modo, a equipe não precisa reinventar a roda quando lida com botões, cores, imagens, animações e outras questões.

O UI Design também cuida da preparação do time para chegar às telas prontas. Ou seja, ajuda na criação de protótipos e wireframes, que funcionam como rascunhos para testar o resultado.

Diferenças entre UX e UI

A principal diferença para a UX é a experiência. Na UI, o foco é oferecer uma boa usabilidade e permitir que o usuário chegue à resolução que busca, com base nos requisitos levantados. É um sistema que cumpre o seu objetivo. Ao passo que a UX se preocupa com a forma como esse objetivo é cumprido.

A UX foca na facilidade de chegar à solução, buscando sempre a melhor estratégia. Esse conceito é movido pela ideia de empatia, em que o time se coloca no lugar do usuário e tenta imaginar suas sensações ao usar cada sistema.

Ou seja, não é só sobre conseguir usar o sistema para uma determinada finalidade, mas também sobre se sentir bem. A ideia de experiência é muito mais subjetiva. Contudo, podemos concluir que a usabilidade contribui para essa noção. Portanto, a UI é parte da UX.

Enquanto o time de UI se preocupa com a interface, com cores e com padrões visuais, a UX gerencia pesquisas para entender melhor os usuários e coleta dados sobre eles que ajudam na criação do produto. Então, o que foi coletado pelo time de UX é o que guia os profissionais de UI no desenvolvimento de uma interface mais poderosa.

Ademais, podemos dizer que a UI é centrada em requisitos e funcionalidades, ao passo que a UX é centrada no cliente. Em alguns casos, a empresa pode até contrariar padrões e ir em direções opostas a aspectos predefinidos por conta das preferências dos clientes.

A importância do UX Design para sistemas e apps

Como já falamos, o UX Design é uma expressão em alta nos dias atuais. Isso se deve a um conjunto de fatores. Um deles é o fato de que os sistemas e aplicativos se tornaram comuns em quase todos os contextos da vida humana: no âmbito profissional e pessoal; no lazer e nas obrigações.

No trabalho, pode ser um sistema que controla as operações da empresa. Em casa, podem ser os assistentes pessoais virtuais ou apps mobile. A questão é: as pessoas estão sempre interagindo com botões e elementos visuais nas telas de seus dispositivos. Entenda melhor a importância do UX Design para os sistemas!

Praticidade no dia a dia

A forma como as pessoas interagem com esses sistemas afeta suas vidas. Se o usuário demora muito tempo para conseguir realizar uma operação bancária em um app financeiro, ele se atrasa para outras atividades do seu dia a dia. Quando terminar, se ele tiver outra experiência ruim com outro aplicativo, vai ficar ainda mais insatisfeito. Essa insatisfação será impactante em outras questões do seu cotidiano.

Nesse sentido, é fundamental cuidar bem da experiência. Em se tratando de apps e sistemas, a experiência é traduzida em UX Design. Ao gerenciar bem a UX, a empresa fornecedora garante que a aplicação será importante para deixar o dia do cliente mais feliz, com menos dificuldades.

Fidelização

Aliás, com isso, o usuário começa a adotar mais o sistema e a utilizá-lo com maior frequência. O resultado é a fidelização do cliente àquela marca, o que, por sua vez, aumenta a competitividade da empresa no geral. A companhia que atrai mais pessoas com melhores experiências se destaca no mercado como confiável e consegue adquirir outros clientes de uma forma natural e orgânica.

Redução de erros

Além disso, quando há uma preocupação maior com a UX, a empresa garante um bom resultado no final do processo de desenvolvimento. Isso porque a gestão administrará bem as necessidades e os requisitos, sempre com foco no melhor para o cliente. Ou seja, existe a certeza de menos erros e de um produto que seja bem recebido pelo público.

Proximidade com o cliente

Em outro ângulo, é importante também entender o que são interfaces conversacionais e compreender o impacto dessas estratégias para a UX. Elas tornam a experiência ainda mais íntima para o usuário, como se a interface fosse outro ser humano. Nesse sentido, a concepção ganha um novo significado, mais profundo e aumenta a proximidade com o consumidor.

As melhores práticas

Vamos agora mencionar as melhores abordagens de UX Design para você colocar em prática em seus projetos.

Responsividade

A primeira recomendação é o foco em responsividade. Essa é uma necessidade importante para as empresas atualmente, uma vez que corresponde à criação de interfaces que se adaptem bem aos diferentes tamanhos de telas.

Assim, permite que os usuários acessem um sistema onde quiserem, com maior liberdade e suporte a sua autonomia. É fundamental que os apps sejam adaptáveis e modernos nesse sentido para oferecer uma boa UX.

Coleta de feedbacks

Os feedbacks são essenciais para um bom projeto de UX. A partir das pesquisas e do retorno dos usuários, a equipe de desenvolvimento vai personalizar o produto e adaptá-lo às preferências, às necessidades e ao comportamento das pessoas. Desse modo, o sistema atingirá o seu objetivo e proporcionará uma satisfação maior.

Além disso, é preciso pontuar que o desenvolvimento de uma UX é fortemente baseado em dados. Ou seja, a partir do que é coletado, o time toma decisões e orienta os próximos passos.

Testes

Outro fator importante é o desenvolvimento orientado a testes. Mais do que experimentar funcionalidades, torna-se fundamental testar elementos visuais e aspectos relacionados à experiência. Avalie a agilidade de uso, a responsividade e outros fatores.

Ademais, UX Design não é sobre ter padrões à mão. É sobre encontrar o melhor caminho para cada persona. Para isso, você precisará realizar verificações e analisar os dados de cada situação. Em outras palavras, muitos testes terão que ser feitos até chegar a uma versão final ideal.

Os componentes do design de interface

Como já falamos, o design de interface também faz parte da ideia de UX. Na verdade, os elementos visuais ajudam a otimizar a experiência, quando bem usados. Por isso, agora, vamos analisar os principais componentes do design de interfaces.

Componentes de entrada

Esses são os elementos que recebem informações do usuário e são disponibilizados como uma forma do cliente enviar algo para o sistema. Estamos falando de caixas de seleção, campos de texto, datas, caixas de listas, botões, entre outros. O ideal com esses componentes é torná-los fáceis de compreender, de modo que o usuário entenda sua utilidade.

Componentes de navegação

Os componentes de navegação são muito importantes para o fluxo do sistema. Consistem em elementos que permitem transitar entre páginas e chegar a resultados mais específicos. São os menus, sliders, campos de pesquisa, ícones, tags, filtros etc.

É essencial que os sistemas sejam bem pensados para essas jornadas de uso por navegação. Ou seja, é preciso analisar as opções que os usuários têm e como é possível tornar as páginas mais fáceis de serem encontradas. A navegação deve ser fluida e funcionar como um guia, com ideias visuais que sejam agradáveis e intuitivas para ajudar o usuário.

Componentes informativos

Os componentes informativos conversam diretamente com o usuário, oferecendo algum tipo de feedback e orientação. É fundamental para evitar problemas no uso de um app ou sistema e, claro, para otimizar a experiência. Eles são: caixas de dicas, ícones, barras de progresso, notificações e outros.

Containers

Os containers são elementos estruturais que servem para a organização de informação. Eles são importantes como uma forma que permite a visualização do nosso próximo componente: o conteúdo.

Conteúdo

Essa é a parte substancial de uma interface: imagens, animações, vídeos e texto. Corresponde às informações cruciais que serão lidas e visualizadas pelo público para o entendimento da finalidade do sistema. Nesse sentido, é preciso lembrar da qualidade de suas imagens e de focar bastante em um bom texto.

Quando falamos em palavras em uma interface, um conceito relevante da atualidade é o de UX Writing. Essa área segue crescendo em alta velocidade e diz respeito a uma metodologia de escrita centrada no usuário. A partir da ideia de microcopy, busca-se desenvolver técnicas para escrever de modo claro, conciso e eficiente nos pequenos espaços das telas.

UX Writing é sobre ser útil e informativo para o usuário, de forma que ele chegue rapidamente ao seu objetivo. Além disso, é sobre adotar estratégias de copywriting e de escrita persuasiva para levar os usuários a tomarem decisões importantes na jornada e conduzi-los a finalidades estratégicas para a empresa.

O cuidado com o preenchimento de dados

Uma das maiores dificuldades de quem trabalha com design de interação e com interfaces é otimizar o preenchimento de dados em formulários. É facilmente perceptível que essa é uma das áreas mais complexas de construir, pois requer maiores doses de sensibilidade e empatia. Em outras palavras, é preciso um aprofundamento maior das pesquisas sobre o usuário.

Uma das questões envolvendo essa tarefa é a burocracia. Geralmente, empresas que desenvolvem apps sem pensar na UX acabam tornando o processo complexo e burocrático, com muitos formulários longos e difíceis de entender, que desencorajam totalmente a ação do usuário. Por isso, a seguir, vamos mencionar algumas dicas relevantes.

Forneça feedbacks

Primeiro, forneça sempre feedbacks enquanto o preenchimento está ocorrendo. Isso quer dizer que seu app deve validar os dados em tempo real e apresentar informações de resposta aos clientes. Caso a senha ou o login estejam errados, por exemplo, eles rapidamente podem corrigir.

É crucial que esses feedbacks sejam bem específicos para ajudar as pessoas. Como já falamos, busque sempre pedir apenas o necessário. Torne os processos mais simples ao eliminar dados que não são relevantes. É bom para o usuário, pois a tarefa de preencher se torna menos complexa, e para sua empresa, pois terá menos dados para gerenciar e menos riscos associados.

Mostre o progresso das etapas

O ideal é sempre mostrar o progresso das etapas, no caso de uma jornada de fases, como um checkout. Mostre o quanto falta e seja claro com relação a cada uma das etapas. No caso de formulários solicitando informações, é interessante dividir os blocos em categorias e nomeá-las para que o usuário não veja tudo como um conjunto infinito de caixas de texto. Se tudo está bem dividido, fica mais fácil visualizar e até entender a razão da solicitação de cada dado.

Ofereça ajuda

Além disso, vale destacar a importância de fornecer ajuda para o usuário com relação à necessidade de cada informação solicitada. Utilize elementos informativos, como caixas de perguntas e respostas. Assim, você garante o consentimento das pessoas e evita problemas de compliance com leis da área.

Destaque campos opcionais

Outra dica que torna o preenchimento mais fácil é o destaque de campos opcionais, em vez dos obrigatórios. Também é bom evidenciar logo as restrições para o caso de cadastro de dados como senhas, por exemplo.

No cadastro e no login, é uma boa estratégia oferecer conexão com outras contas, como a de redes sociais. Isso pode ser feito de forma simples com o uso de APIs desses sites. A grande vantagem é que essa abordagem permite que os usuários se cadastrem sem ter que digitar informações.

A necessidade de auxílio especializado

O processo de desenvolvimento centrado no usuário é essencial, mas não é fácil. Algumas empresas apresentam dificuldades, principalmente por não saberem como se adaptar a essa cultura de inovação e a essa mentalidade diferente. Nesse sentido, investir em UX torna-se uma ideia demorada e que requer bastante esforço.

Por essa razão, o apoio de uma consultoria especializada se faz necessário. As empresas que têm a devida expertise com produção de apps e sistemas conseguem oferecer uma visão moderna e disruptiva para auxiliar as equipes internas. Assim, menos erros são cometidos e a organização acerta o caminho para uma boa UX.

Uma empresa especializada oferece as melhores tecnologias, práticas e abordagens para otimizar o design de seus sistemas. Desse modo, é viável reduzir custos no desenvolvimento e chegar a resultados alinhados com a expectativa dos clientes.

Como vimos, o UX Design é muito importante para os sistemas modernos. Afinal, trata-se de um design focado na empatia e no desejo de surpreender os usuários com praticidade e agilidade. Não é à toa que é um fator que está definindo posições no mercado e destacando negócios na mente dos clientes. Por esse motivo, vale investir em apoio especializado para obter essa estratégia em seus produtos.

Esse conteúdo foi útil? Então, entre em contato conosco e conheça nossas soluções relacionadas a produção de sistemas e consultoria em inovação.

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