Cibersegurança nas empresas: tudo o que você deve saber sobre o assunto

Desde que a internet começou a ser utilizada em massa e computadores passaram a ser obrigatórios em residências e em empresas, o conceito de cibersegurança mantém a alta relevância. Trata-se de um termo que merece cuidado e atenção dos gestores, pois representa eficiência econômica e um caminho para evitar problemas comuns na trajetória corporativa.

Caso a organização se preocupe e gerencie devidamente a segurança, ela conseguirá adaptar-se às novas tecnologias sem grandes riscos, de modo a otimizar seus resultados. Assim, é uma necessidade fundamental observar a proteção em todas as frentes.

Se quiser entender melhor esse conceito, sua importância, suas ramificações e questões afins, acompanhe. 

Conceito de cibersegurança

A cibersegurança é a proteção de sistemas, redes, aplicações e dados no mundo virtual contra ameaças que surgem nesse ambiente. Protege todo o aparato técnico e infraestrutural das empresas contra esses riscos, oferecendo uma série de vantagens que veremos em detalhes adiante neste artigo.

Vale ressaltar que a cibersegurança difere de uma noção de segurança geral, que abrange também a proteção física contra ameaças fora do ambiente digital. A expressão é utilizada como uma forma eficiente de especificar os perigos do universo virtual somente, de modo a possibilitar uma ação direcionada. 

Quando falamos em segurança, podemos estar nos referindo à segurança de redes, de aplicativos, da informação e operacional. Cada uma traz uma implicação e uma forma de lidar, sendo que a segurança da informação pode englobar todos esses esforços.

A cibersegurança evidencia uma preocupação global da empresa em controlar suas operações e práticas para mitigar ameaças. Envolve uma mudança cultural, que passa pela mentalidade dos colaboradores e parceiros, e também compreende a aplicação de softwares específicos para lidar com essa necessidade. 

A proteção virtual tem alguns desafios próprios, contudo, que tornam sua atuação um pouco mais desafiadora. Uma delas é o aspecto da anonimização das ameaças. Outra delas é a escala em que ataques ocorrem. Contudo, com um planejamento de cibersegurança, as empresas são capazes de se proteger e garantir visibilidade contra esses problemas. 

Importância da cibersegurança para empresas

Atualmente, o termo tem ganhado muita importância. Com o uso intenso de tecnologias e da grande rede para processos cotidianos, as ameaças do mundo virtual se proliferaram em uma velocidade surpreendente. Por isso, muitos líderes estão se voltando para as medidas da segurança cibernética e tentando reforçar suas barreiras de proteção.

A seguir, vamos detalhar alguns pontos que argumentam a favor da proteção e demonstram sua importância.

Redução de custos

Uma das vantagens da cibersegurança é a redução de custos excedentes para a empresa. Quem se preocupa com a segurança consegue eliminar gastos desnecessários e descontrole financeiro, uma vez que evita ocorrências desastrosas e crimes. Desse modo, não precisará de investimentos emergentes constantes para recuperar as atividades e garantir a continuidade das operações.

Ou seja, há uma previsibilidade financeira maior para a gestão, o que é um elemento essencial para a sustentabilidade do negócio. 

Melhoria na competitividade e reputação

Gerenciar a segurança é também desenvolver a competitividade da empresa em meio aos concorrentes. Afinal, uma empresa protegida se destaca no mercado, consegue melhorar sua reputação e sua imagem diante das pessoas. Uma companhia segura é uma companhia robusta que transmite credibilidade e gera valor para seus clientes e parceiros. Essa é a chave para o crescimento e a expansão bem-sucedida. 

Produtividade

Com a segurança em dia, a companhia desfruta de maiores índices de produtividade também, com operações ocorrendo de maneira estável e sólida. As equipes são capazes de entregar mais resultados em menos tempo, com uma eficiência maior no consumo do tempo e dos recursos. 

Isso é muito importante para que a empresa alcance suas metas e consiga crescer, conquistando novos espaços e nichos de mercado. Uma companhia que entrega resultados otimizados alcança uma reputação mais valorizada no mercado. 

Confiança dos clientes

Outro ponto é a confiança dos clientes. Ao implementar medidas de proteção cibernética, a organização consegue melhorar sua imagem, como já vimos, e também é capaz de conquistar os seus clientes. Ao garantir o apoio e a confiança das pessoas, a companhia vende mais e obtém crescimento da base de consumidores de uma forma mais natural, com os próprios clientes recomendando a marca.

Ter uma base de clientes fiel e leal é um ponto crucial para empresas que desejam alcançar sucesso. Esse aspecto é o que mantém a companhia firme mesmo diante de crises e momentos instáveis no resto da conjuntura do mercado.

Estabilidade

Além da produtividade em crescimento, a segurança cibernética provoca também aumento da estabilidade e da previsibilidade das operações. A gestão é capaz de monitorar seus processos e assegurar um padrão de qualidade na execução deles. 

Desse modo, a empresa consegue se conhecer melhor e saber mais sobre suas condições de trabalho e os resultados que ela consegue entregar — transmitindo, portanto, uma imagem mais séria e profissional para seus consumidores. 

Exemplos de ataques virtuais

Quando falamos de ataques virtuais, vemos um grande leque de técnicas exploradas por criminosos hoje. Essas opções não param de crescer e se tornam mais complexas — inclusive à medida em que medidas paliativas tentam combatê-las. Veremos melhor como elas funcionam nos próximos parágrafos.

Um desses métodos é o ransomware. Estratégia robusta que consiste na encriptação de dados importantes, sendo que o bloqueio só ocorre quando a vítima oferece um pagamento do resgate em dinheiro ou bitcoins. É como um sequestro de dados. Evidentemente, o recomendado é sempre duvidar disso e nunca pagar de fato os criminosos.

O ransomware explora brechas de sistemas desatualizados e consegue facilmente gerar uma dor de cabeça grande em um ambiente corporativo, com a instabilidade dos sistemas e dos processos. 

O phishing é uma técnica um pouco mais simples, que basicamente envolve criar uma interface falsa similar a uma verdadeira para roubar dados de senhas e outras informações sensíveis. Um site bancário falso, por exemplo.

Um spyware é um malware que registra o que está sendo digitado sem que o usuário perceba. Funciona nos bastidores de uma aplicação. Já um adware é um vírus que se esconde em anúncios publicitários na internet.

Um ataque que gera inúmeros problemas para as vítimas é o DDoS, ou ataque de negação de serviço. É um tipo de investida que busca basicamente interromper o funcionamento dos sistemas e serviços internos e gerar um desastre com a parada das operações. A depender do modelo de negócio, gera prejuízos financeiros altíssimos.

Um DDoS utiliza um conceito também muito relevante em cibersegurança: botnets. São uma rede de computadores que funcionam como robôs orquestrados por um computador central. O objetivo deles é executar uma grande quantidade de requisições a um site até que ele pare de funcionar por não conseguir gerenciar todas.

Principais riscos de segurança

Vamos continuar nesse tema explorando os principais riscos que a falta de segurança traz para as empresas atualmente.

Perda de dados

Um dos principais perigos é a perda total ou parcial dos dados da empresa. Dados hoje são ativos fundamentais para qualquer organização, por isso, sua perda representa gargalos operacionais e até mesmo problemas irrecuperáveis. Além disso, os dados perdidos podem pertencer aos clientes ou aos parceiros de negócio, o que prejudica bastante a imagem da organização no mercado.

A perda de acesso aos dados é o que chamamos de problema de disponibilidade deles. Ou seja, os ativos não estão acessíveis e disponíveis quando precisam ser gerenciados e acessados. 

Roubo de senhas e informações sigilosas

Outro ponto que vale mencionar é o roubo de senhas. Com as senhas e os códigos de autenticação, criminosos conseguem acessar sistemas e manipular informações sigilosas, de modo a cumprir com seus propósitos maliciosos. O mal-intencionado pode coordenar um uso da identidade das pessoas ou até mesmo exposição de dados importantes da organização.

Espionagem

Em outros casos, o risco está na ação da espionagem, que diz respeito a um processo de acompanhamento de uma empresa por uma pessoa de fora, não autorizada. Esse indivíduo mal-intencionado descobre segredos de negócio e os vende ou os expõe sem nenhum pudor com o intuito de gerar prejuízos à imagem e à competitividade daquela companhia. 

Manipulação de dados corporativos

Há também o perigo de ter os dados corporativos manipulados por criminosos. Uma vez que eles alcançam o acesso a essas informações sigilosas, eles podem fazer o que desejarem com esses dados. Em muitos casos, isso afeta diretamente os clientes e os parceiros de negócio, sendo que quanto maior a empresa, maior é o prejuízo em escala para muitas pessoas.

Bloqueio de dados

No caso de malwares, como o ransomware, há um risco também muito preocupante: o bloqueio dos dados. Eles não necessariamente são corrompidos, mas ficam criptografados sem que a empresa consiga visualizá-los e manipulá-los. Assim como no caso da perda de dados, há parada nas operações e necessidade por reorganização dos processos. Contudo, os bloqueios tendem a ser reversíveis. 

Quebra de integridade 

Quando um crime virtual ou um malware chega a atacar a integridade de um dado, o seu uso é completamente impossibilitado. A informação se torna suja, inválida e inviável de ser utilizada para os processos comuns cotidianos. É um golpe certeiro nos índices de produtividade da organização e na estabilidade das atividades. 

Vazamento de dados

Por último, em nossa relação de riscos envolvendo cibersegurança, é importante citar o vazamento de dados. Envolve a perda de controle da empresa sobre seus dados, que se tornam propriedade de criminosos. Então, eles podem expor essas informações ou vendê-las. O vazamento consiste em exibir informações para pessoas não autorizadas.

Práticas para adotar a cibersegurança

Neste tópico, vamos abordar algumas boas práticas para gerenciar a cibersegurança.

Tenha uma política interna 

Primeiramente, é fundamental mencionar uma política de qualidade. Ela deve reunir as informações mais importantes acerca da proteção de dados internamente, como as boas práticas dos colaboradores, planos de recuperação de desastres e um programa de adaptação à segurança com propostas práticas. 

É como uma documentação padrão que evidencia o cuidado com a segurança e define a postura de todos diante dessa necessidade. Desse modo, sua companhia se prepara melhor para os eventuais problemas dessa área. Ou seja, a empresa continua crescendo, fazendo a gestão da inovação, mas com um cuidado completo com os riscos.

Adote assinaturas digitais (biometria)

Outra importante medida é a adoção de métodos de assinatura ou autenticação digitais. Eles evitam problemas com fraudes quando há a necessidade de registrar uma assinatura. Estratégias como a biometria facial ou mecanismos que combinam login com assinaturas automáticas podem ajudar no controle de identidade para diminuir essas incidências criminosas.

Monitore sistemas e redes

Como a segurança cibernética é um aspecto complexo, não deixe de garantir um monitoramento geral dos sistemas e da rede interna. Com esse acompanhamento é possível saber o que está acontecendo internamente e se preparar para possíveis ameaças antes que elas se tornem incontornáveis.

Avalie os riscos

Também vale mencionar um controle acerca dos riscos e das ameaças existentes. Um bom mapeamento dos problemas que podem acontecer em cada um dos processos ajuda as empresas a se prepararem devidamente para gerenciar essas situações com proatividade. Além disso, ajuda a diminuir os impactos de um desastre, caso ocorra.

Mantenha o software atualizado

Outra dica importante é garantir a atualização dos seus sistemas internos. Boa parte das infecções com malwares ocorrem devido a brechas de aplicações desatualizadas e à falta de cuidado com essas questões. Por isso, mantenha seu parque tecnológico em dia, com o apoio e suporte dos fabricantes. 

Use softwares e tecnologias modernas

Hoje, temos diversas opções de softwares robustos para controlar e otimizar a segurança cibernética. Por exemplo, sua empresa pode aplicar a inteligência artificial para gerenciar riscos com antecedência, a partir da previsão estatística de problemas e fraudes com machine learning. Além disso, o blockchain é uma opção interessante para autenticar transações e garantir a robustez de suas operações.

Em complemento a isso, é importante investir em backups, que são cópias de arquivos importantes em locais seguros, criptografia e firewalls. Enquanto os backups permitem que a empresa se recupere facilmente de desastres, a criptografia é essencial para proteger as senhas, os arquivos confidenciais e o firewall funciona como um filtro de acesso para combater fraudes e crimes de escala maior.

Evidentemente, não poderíamos deixar de citar os antivírus. São uma solução de simples funcionamento, mas ainda muito importantes para a prevenção de malefícios virtuais. Ajudam com varreduras, escaneamento, monitoramento e proteção global dos arquivos e dados internos. 

Treinamentos para os colaboradores

Uma das principais razões para problemas de segurança atualmente é a falta de treinamento e de conhecimento dos colaboradores. Isso se dá quando líderes não entendem bem como fazer isso ou negligenciam essa questão.

Diante da necessidade de gerenciar a cibersegurança, a empresa precisa investir em conscientização, treinamento e em educação de seus membros. Essas ações são diferentes e requerem uma postura distinta. O interessante é aplicar as três medidas em sequência, como uma progressão.

A conscientização envolve ensinar aos funcionários os males e problemas que decorrem de crimes cibernéticos para gerar uma consciência geral. Ou seja, é compartilhar os riscos que foram mapeados e avaliados com todos para orientar a corporação sobre o perigo que eles representam.

Nesse sentido, significa cooperar para que os membros compreendam as razões pelas quais se devem evitar ransomwares, phishing ou infecções por spam. Uma vez que todos entendem melhor, fica mais fácil conseguir o apoio integral.

A educação, por sua vez, requer um conhecimento aprofundado e até mesmo certificado acerca de normas e padrões de segurança da informação, e segurança cibernética. É um conhecimento interdisciplinar que envolve estudo, leitura e questionamento.

Temos também o treinamento. Trata-se de ações pontuais que visam preparar os colaboradores para lidar ativamente com riscos de segurança e buscar a maior proteção possível para os dados. Funcionários conscientes — que já entendem o porquê de gerenciar a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados — podem finalmente agir para garantir a proteção.

O treinamento prepara os funcionários tanto para ações ativas quanto para atitudes passivas. Ou seja, tanto para agir e implantar uma boa prática quanto para deixar de fazer algo que pode ser perigoso. Envolve, por exemplo, o conhecimento sobre configuração de ferramentas de proteção, como antivírus ou firewall, bem como o conhecimento sobre como identificar e ignorar e-mails suspeitos.

Os treinamentos variam bastante. Um dos mais efetivos é o que utiliza mecanismos visuais para reforçar o que está sendo dito e detalha profundamente cada tipo de ataque que se pretende combater. Existem também simulações de possíveis cenários pós-ataque que buscam preparar os colaboradores para implementar medidas de recuperação de desastres. 

Quando falamos em boas práticas dos usuários, podemos mencionar: cuidado com e-mails e links, atenção ao uso de dispositivos próprios para acesso a informações da empresa, como o BYOD (Bring Your Own Device), cuidado com trabalho remoto, cuidado com senhas e outros. É importante que a cultura esteja enraizada na mentalidade e na forma de trabalhar de todos. 

Para alcançar uma segurança global e bem-sucedida, a empresa precisa passar pela etapa de preparar os seus colaboradores, desenvolvendo a consciência, as habilidades e a capacidade crítica. Quando o esforço pela proteção se torna uma preocupação de todos, é possível otimizar os resultados.

Relação da cibersegurança com a LGPD

Recentemente, as discussões sobre cibersegurança ganharam um novo tom por conta da aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. A norma foi totalmente inspirada na regulação já existente na Europa, chamada de GDPR (General Data Protection Regulation).

Assim, a preocupação com privacidade e segurança de dados se tornou ainda mais importante e até uma necessidade primária para as empresas. A LGPD regula as relações comerciais entre empresas e clientes, de modo a estabelecer uma relação justa e equilibrada entre as partes no que diz respeito ao tratamento e uso de dados pessoais.

A lei estabelece alguns requisitos que viabilizam o tratamento e a manipulação de dados pessoais (identificáveis). Existem alguns deles que são padronizados, como o uso para fins de crédito ou para fins de ordem governamental. Contudo, no geral, os dados precisam de consentimento dos titulares (donos).

A solicitação de consentimento deve ser apresentada com a demonstração de uma finalidade clara, a qual a empresa deve ser manter fiel. Quando o uso para o objetivo especificado for cumprido, é preciso apagar os dados de suas bases.

Outro importante fator é que o titular tem livre acesso aos seus dados. Eles podem a qualquer momento solicitar alterações nos dados, exclusão deles ou portabilidade. 

Nesse sentido, as companhias de todos os tipos precisam atentar mais para a segurança digital. É necessário ter acesso sempre aos dados para permitir mudanças sempre que o cliente desejar. Da mesma forma, é fundamental mapear o uso dos dados para ter bom controle da finalidade e declarar isso de forma inequívoca para os órgãos responsáveis pela regulação e para os clientes.

Por outro lado, a lei de proteção de dados requer reforço das estratégias de combate aos riscos. Caso algum problema de segurança coloque em risco os dados pessoais, as empresas poderão sofrer multas de até 50 mil reais ou bloqueio dos dados. Por essa razão, é crucial adotar as dicas mencionadas, como o uso de softwares antivírus, de inteligência artificial, de backups, de firewall e outras ações.

A cibersegurança em tempos de LGPD deve se tornar mais visível e transparente, tanto para a empresa quanto para o cliente. É importante saber sobre cada passo dado e o porquê de cada ação envolvendo os dados pessoais. Da mesma maneira, é necessário oferecer essa confiança aos clientes, pois eles estarão atentos a essa questão.

Ou seja, além do cuidado com a segurança de uma forma mais geral, é preciso pensar em como se adequar à LGPD e como oferecer o máximo de confiança aos clientes. Evitam-se custos e problemas com órgãos de fiscalização com essa conformidade.

Erros a serem evitados

Na cibersegurança, existem muitos erros comuns que devem ser evitados. Um deles é justamente não ter uma política global de segurança, como a que já detalhamos neste post. Mesmo com ações pontuais, o fato de não ter uma política demonstra desorganização no gerenciamento da proteção e pode incorrer em ações não padronizadas. Assim, a gestão da segurança se torna custosa e ineficiente.

Outro erro é a falta de foco nos colaboradores e no treinamento deles. Como falamos, existem diversas dimensões nesse assunto que devem ser exploradas pelas empresas que desejam melhores resultados. 

Também vale mencionar como erro a falta de atualização com relação às novas tendências de segurança e proteção de dados. Como esse tema evolui e muda bastante com o tempo, com novas ameaças e novas soluções surgindo, é preciso se manter atualizado e buscar sempre entender o que está ocorrendo no mercado. Além disso, os riscos devem ser atualizados também.

Como vimos, a cibersegurança nas empresas requer uma gestão global focada em gerar valor para os colaboradores, clientes e parceiros. É preciso atentar para o uso de sistemas auxiliares, a implantação de uma política robusta e o treinamento dos funcionários. A segurança deve sempre ser um foco para as organizações, pois significa redução de custos, redução de gargalos e suporte ao crescimento.

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